Sou Fernanda Lisboa, psicóloga clínica. Trabalho com a abordagem da Terapia Cognitivo-Comportamental e sou especialista em Neuropsicologia. Atendo adultos, exclusivamente online, com foco em ansiedade, autoestima e comportamento alimentar.
Preocupação constante, pensamento acelerado, dificuldade para desligar, insônia, irritabilidade, sintomas físicos sem causa clínica identificada. Trabalho ansiedade generalizada, crises de ansiedade e os padrões de evitação que a sustentam.
A voz interna que cobra o tempo todo e nunca reconhece. Comparação constante, sensação de insuficiência, dificuldade de impor limites, medo de julgamento. É uma queixa que chega disfarçada de outras — e que costuma estar na base delas.
Fome emocional, episódios de compulsão, ciclos de restrição e recaída, culpa após comer, dificuldade em sustentar mudanças ao longo do tempo. Área na qual tenho formação específica e concentro parte relevante da minha prática clínica.
Essas questões podem estar conectadas entre si? Às vezes sim, às vezes não. Há quem procure terapia por uma única queixa bem definida, e isso é o mais comum. Mas na prática clínica também aparecem casos em que elas se sustentam umas às outras: a ansiedade busca alívio imediato e a comida é um dos alívios mais disponíveis; o episódio alimentar gera culpa; a culpa reforça a autocrítica; e a autocrítica aumenta a ansiedade. Quando esse encadeamento existe, tratar apenas um ponto costuma produzir uma melhora que não se sustenta. Identificar se é o seu caso faz parte do trabalho terapêutico — não é algo que você precise saber antes de começar.
Ninguém desenvolve ansiedade, autocrítica ou um padrão alimentar disfuncional por acaso. São respostas que, em algum momento, trouxeram algum alívio.
A preocupação excessiva dá a sensação de estar no controle. A autocobrança parece garantir desempenho. Comer gera um alívio rápido — acalma, anestesia, preenche, adia. O cérebro registra esse alívio imediato e passa a repetir o comportamento. É um sistema eficiente, e é exatamente por ser eficiente que ele não se desfaz com força de vontade.
O trabalho terapêutico não é eliminar o comportamento à força. É identificar o que mantém esse ciclo funcionando — os pensamentos, as emoções e o alívio imediato que reforça a repetição — e desenvolver formas mais eficazes de lidar com as situações que disparam o comportamento.
É esse trabalho que faz a mudança se sustentar ao longo do tempo.
Trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) — abordagem com maior volume de evidência científica acumulada no tratamento de transtornos de ansiedade e transtornos alimentares. Isso significa um processo com hipótese clínica, plano e critérios de progresso, não uma conversa sem direção.
Nas primeiras sessões, mapeamos a queixa, o histórico, os contextos em que os sintomas aparecem e o que já foi tentado.
Situação, pensamento, emoção, comportamento, consequência. Trabalhamos a cadeia inteira — é aqui que o que parecia aleatório passa a ter lógica.
Identificar e testar os pensamentos e as regras rígidas que sustentam o ciclo: "eu preciso dar conta de tudo", "se eu relaxar, dá errado", "já estraguei mesmo". Não é pensamento positivo — é examinar esses pensamentos à luz das evidências.
Entre uma sessão e outra, você aplica estratégias e tarefas combinadas comigo. A mudança acontece na semana, não nos 50 minutos.
Fase final e frequentemente negligenciada. Recaída faz parte do processo; o objetivo é que você tenha repertório para atravessá-la sem voltar ao ponto de partida.
Sessões de 50 minutos, semanais, em horário fixo, por videochamada.
Indicada para adultos com queixas de ansiedade, baixa autoestima e autocrítica, comportamento alimentar, sintomas depressivos e demais demandas emocionais.
Você envia uma mensagem pelo WhatsApp para manifestar interesse e tirar as dúvidas que tiver sobre o atendimento. Não é necessário falar sobre a sua queixa nesse momento — isso é assunto de sessão.
Verificamos disponibilidade e estabelecemos dia e horário fixos na semana.
Pagamento por Pix ou cartão, previamente à sessão.
Você recebe o link no horário combinado.
Sou psicóloga formada em 2019 pela Universidade Veiga de Almeida, com especialização em Neuropsicologia pelo IBMR e formações complementares em Terapia Cognitivo-Comportamental, Comportamento Alimentar, Transtornos Alimentares, Testes Psicológicos, Psicopatologia e Manejo Clínico.
Atendo exclusivamente online desde o início da minha prática — hoje são mais de 6.000 atendimentos realizados, com pacientes em todo o Brasil e brasileiros vivendo no exterior.
O comportamento alimentar virou uma especialidade dentro do meu trabalho por um caminho bastante direto: era o tema que mais me interessava, então investi em formações, e foi sobre ele que passei a falar publicamente. Os pacientes com essa demanda começaram a chegar. Com o volume clínico veio a percepção de que é uma área em que a procura é alta, a vergonha é grande e o número de profissionais preparados ainda é pequeno — o que me levou a aprofundar ainda mais a formação.
Hoje, além do consultório, produzo conteúdo clínico sobre esses temas para uma comunidade de mais de 37 mil pessoas e ensino outras psicólogas a estruturarem sua atuação no ambiente digital de forma ética, por meio do programa PsiTransforma.
Psicóloga — CRP 05/60018 · Cadastro ativo no e-Psi (CFP)
Graduação em Psicologia — Universidade Veiga de Almeida Especialização em Neuropsicologia — IBMR
Terapia Cognitivo-Comportamental Comportamento Alimentar e Transtornos Alimentares Psicopatologia e Manejo Clínico Avaliação Psicológica e Testes Psicológicos
Psicoterapia individual com adultos · Atendimento exclusivamente online e particular
Divulgar conhecimento psicológico com responsabilidade é parte do que entendo como exercício da profissão. É também a razão pela qual escolhi ensinar outras profissionais a fazerem o mesmo.
Minha agenda é limitada e a psicoterapia individual tem um custo que nem todo mundo consegue assumir hoje. Eu sei disso, e não acho que a resposta certa seja simplesmente dizer “então volte quando puder”.
O Pensar Emagrece é um material educativo em vídeo, gravado, que reúne os principais conceitos da psicologia aplicados à alimentação: o que é fome emocional e como ela se distingue da fome física, como funcionam os transtornos alimentares, quais são os pensamentos sabotadores que aparecem nesse ciclo e por que a manutenção das mudanças costuma ser mais difícil do que a mudança em si.
Acesso por 12 meses · 7 dias de garantia
Conhecer o Pensar EmagreceO Pensar Emagrece não substitui psicoterapia. Um material gravado não avalia o seu caso e não acompanha a sua evolução. Para fome emocional e transtornos alimentares, o tratamento indicado é a psicoterapia — esse é o padrão consolidado na literatura clínica, e nenhum curso muda isso.
O que o programa oferece é compreensão. Entender o que está acontecendo com você é um ponto de partida legítimo, e para muita gente é o passo que torna possível procurar tratamento depois.
Se você tem condições de fazer terapia, faça terapia. Se você já tem diagnóstico de transtorno alimentar ou suspeita de um, procure acompanhamento profissional. O programa pode caminhar junto, mas não no lugar.
Situações de urgência: este atendimento não é adequado para crises com risco imediato. Nesses casos, procure a emergência mais próxima ou ligue para o CVV — 188, gratuito, 24 horas.
A primeira sessão é uma avaliação: entender a sua demanda, o seu histórico e os contextos em que os sintomas aparecem. É a partir daí que definimos juntos o plano de trabalho.